terça-feira, 20 de novembro de 2012

As vezes...

” Porra me sinto feito um lixo, não sinto mais vontade de nada, não sei pra que eu me levanto ainda, você me faz sentir especial e depois vai embora como se nunca tivesse se importado, eu nunca te fiz mal, sempre ouvi calado falarem mal de mim, me julgarem sem me conhecer, porque faz isso?, eu sinto também porra, eu tenho sentimentos, isso mata a gente, isso desanima, eu me sinto um lixão. Nunca fiz mal a ninguém, revolta eu tinha perdido, estava bem o mundo te destrói se você não for forte, ele pisa em você te massacra, sempre fui aquele trouxa em que as pessoas sentiam pena, aquele idiota em quem não se apoiavam, aquele fraco que vivia cheio de dramas, e ainda mais aquele panaca que tinha por tudo os sentimentos mais puros e verdadeiros, mas que sentido tem isso, resolvi ser como a vida é pra mim, resolvi jogar do lado dela, resolvi ser oque sempre quizeram que eu fosse, um fantasma, nem vão dar falta creio eu, pois quando estava ao lado, esnobaram, fizeram pouco caso, isso me matava dia a dia por dentro, mas eu não falava pois via quem amo bem. Mas eu vou seguir da forma que der, do jeito que puder, não vou parar não vou me render a nada, por mais que sinta a pior dor do mundo ao escrever cada uma dessas palavras, é oque tem de ser feito, é o certo não, a julgar que sempre fui o errado, sempre fui aquele que atrapalhou a vida de tantos, só tenho a pedir perdão, se isso conforta vocês, então é isso e adeus.”

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